Condomínio Simples

10 dicas de segurança para condomínios

Segurança para condomínios é uma preocupação de todas as pessoas que fazem parte da comunidade condominial. Ainda mais porque se trata do lar, da moradia da família. Obviamente, não é apenas em casa que as pessoas buscam se sentir seguras, mas a todo o momento – no trabalho, na rua, no trânsito, etc. Mas o lar espera-se que seja um refúgio, um santuário em que podemos relaxar e cuidar da nossa família sem riscos e ameaças.

Quando se trata de segurança para condomínios, espaço compartilhado por pessoas muito diversas, muitas vezes há desafios e conflitos para que cada condômino deixe sua contribuição, preservando a segurança do coletivo e para que as lideranças – como síndicos e administradores assegurem que a edificação em toda a sua integridade esteja segura.

Pensando nesse bem estar nossa equipe separou 10 dicas práticas, simples e assertivas que podem garantir um condomínio mais seguro:

 

 1) CONTRATAR FUNCIONÁRIOS CAPACITADOS:

 

Tudo começa na capacitação dos profissionais que fazem parte do corpo de funcionários do condomínio. É importante que na hora da contratação você tenha referência para entender melhor as habilidades do contratado. Preservar a segurança e coordenar o fluxo de pessoas, sempre observando as entradas e saídas da edificação, barrando estranhos antes que estes adentrem nas dependências no prédio, dentre os serviços que compõem a segurança requer habilidades específicas e muita atenção. 

Seguranças, porteiros e zeladores são a linha de frente e devem demonstrar conhecimentos específicos e atualizados, sabendo aplicar medidas preventivas de segurança, evitando que o condomínio fique vulnerável .

Se seu condomínio optar pela contratação da mão de obra terceirizada pode ser uma excelente opção para melhorar a segurança. Entretanto, se o processo não for bem feito o resultado pode ser o inverso. 

Muitos gestores de condomínios, preocupados apenas em reduzir custos, contratam empresas despreparadas, que colocam em risco os moradores e o patrimônio. Existem diversas empresas de terceirização que prestam um serviço ruim ou mediano, que muitas vezes não pagam e/ou treinam corretamente seus empregados, a rotatividade de funcionários é alta, o que acarreta dificuldades operacionais na segurança, pois na maioria do tempo o condomínio operará com substitutos, que ainda não conhecem devidamente as particularidades do local.

2) INSTALAR EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA:

 

Os equipamentos de segurança estão cada vez mais diversificados, seguros e tecnológicos. O porteiro não precisa ter que se expor ao público, bastando para isso usar sistema de câmeras,  portas e portões com fechamento eletrônico e até a biometria tem sido usada para dar acesso aos condôminos. 

Equipamentos de segurança são um investimento bastante válido para qualquer condomínio. O investimento em segurança eletrônica é fundamental, muitas vezes por falta de conhecimento ou de priorização, o investimento nesse setor são realizados de maneira inadequada ou insuficiente. 

Vale ressaltar que não basta somente instalar os equipamentos, é necessário treinar a equipe e realizar manutenções periódicas, garantindo seu bom e contínuo funcionamento.

Existem diversos itens que podem compor um bom sistema de segurança eletrônica em um condomínio, para isso é importante planejamento para que o investimento seja realizado de forma correta.

  • Sistema de CFTV (Câmeras) com gravação local e remota
  • Sistema de alarmes com monitoramento remoto
  • Sistema de segurança perimetral
  • Sistema de controle de acesso

3) CONTROLAR A ENTRADA E A SAÍDA DE PESSOAS E VEÍCULOS:

 

São os acessos que mais causam problemas nos condomínios. O fluxo de entrada e saída é ponto chave para uma boa segurança. Ter controle de quem entra e sai do condomínio evita muita dor de cabeça.  Pessoas que não fazem parte do dia a dia do local devem ser devidamente identificadas e autorizadas para a entrada. O condômino deve se certificar que aquele entregador ou sua visita realmente saiu das dependências do condomínio. 

O cadastro de visitantes (com crachá de identificação) também é uma medida de segurança e quando houver festas nas dependências do condomínio é preciso criar listas de convidados. 

4) CADASTRAR OS MORADORES E PRESTADORES DE SERVIÇO:

 

Todos os moradores devem ser cadastrados pelo síndico, assim como os prestadores de serviços que estão ali regulamente. As demais pessoas podem ter cadastros prévios quando autorizada a sua entrada.

5) EVITAR ROTATIVIDADE DOS FUNCIONÁRIOS:

 

É importante conhecer bem os membros da equipe de funcionários do prédio. Além do cadastro completo, é preciso checar as credenciais e experiências anteriores. Quanto maior a rotatividade de funcionários, maior o risco  de falhas e maior o desgaste de tempo em refazer os treinamentos para a nova equipe. 

6) PROMOVER A PARTICIPAÇÃO DOS MORADORES:

 

As assembleias e reuniões são momentos importantes para dialogar sobre o que é preciso para promover a segurança e a conscientização entre os condôminos. Para que uma rotina de procedimentos de segurança seja devidamente implantada, o primeiro passo é formalizá-la de forma adequada e dar validade legal, incorporando-a no Regulamento Interno do Condomínio, que deve ser aprovado em assembleia específica. 

O grande desafio do sindico é  cumprir e fazer cumprir os procedimentos estabelecidos. Para isso é fundamental a atuação de um síndico com pulso firme e o apoio de uma administradora organizada. Os moradores são peças fundamentais para que a segurança funcione, obedecer as regras de segurança deve ser um dever de todos!

7) ELIMINAR O ALUGUEL DE VAGAS PARA TERCEIROS:

 

Esta é uma prática muito comum no Brasil, mas que coloca a segurança do condomínio em risco, pois nem sempre dá para controlar quem tem acesso à vaga. É uma prática que deve ser revista e eliminada para prejuízos futuros. 

8) CONTRATAÇÃO DE EMPRESAS DE SEGURANÇA:

 

As empresas especializadas em segurança podem não apenas fornecer mão de obra especializada, mas fazer um diagnóstico sobre as condições de segurança da edificação, observando ameaças e necessidade de melhorias internas e no entorno do condomínio. Esse mapeamento das áreas de risco no entorno do condomínio é uma prática raramente utilizada, porém fundamental para um projeto de segurança realmente eficiente.

9) TREINAMENTOS, MANUTENÇÕES PREVENTIVAS E VISTORIAS:

 

A segurança envolve ainda a manutenção adequada e legalizada da edificação, evitando assim acidentes e despesas adicionais. O síndico deve criar um programa contínuo de treinamentos, vistoria e manutenção.

Verifique se a prestadora de fato oferece treinamentos e cursos periódicos para os funcionários. Outro ponto que deve ser checado é se a empresa que forneceu a mão de obra ou equipamentos oferece pronta substituição em caso de faltas ou falhas. 

A comunicação entre a prestadora de serviços e o condomínio não pode ser precária e limitada. Emergência podem acontecer e é conveniente ter telefones úteis por perto ou senhas para acelerar a comunicação. 

10) MENSURAÇÃO DE RESULTADOS:

 

É importante ainda conferir como as práticas de segurança têm refletido de fato a um espaço mais seguro. A mensuração dos resultados pode evidenciar a necessidade de melhorias.

 

BÔNUS

Vamos deixar uma lista de dicas rápidas para melhorar a segurança do condomínio

  • Esperar os portões eletrônicos serem fechados antes de entrar ou sair com o carro;
  • Permitir que o porteiro ligue a cada visita;
  • Não deixar que entre uma pessoa que se diz amiga ou parente de seu vizinho sem autorização, pois você não sabe se é verdade;
  • Não abrir para pessoas uniformizadas que se identificarem como sendo de uma empresa se esta não tiver sido requisitada
  • Prestadores de serviços devem ser identificados com crachá e a entrada permitida somente pelo porteiro ou zelador após a apresentação da identificação;
  • Crachás a visitantes também evita enganos e ampliam a segurança;
  • Funcionários dos condomínios não devem receber visitas no local de trabalho nem vazar informações de condôminos;
  • No horário de entrada e saída de funcionários, fragmentar a movimentação. A saída de um funcionário por vez é a ideal para impedir que bandidos se aproveitem da liberação dos portões nesses momentos;
  • Não permitir a entrada de entregadores, eles devem deixar a encomenda na portaria, que deve ser retirada lá pelo morador;
  • Quem fizer a limpeza externa do condomínio jamais deve estar com as chaves e os portões devem ficar fechados, inclusive, durante a retirada de lixo;
  • Moradores e funcionários devem observar as proximidades antes de abrir os portões para evitar que pessoas suspeitas se aproveitem desse momento e entrem;
  • Imobiliárias que quiserem apresentar um imóvel devem ser previamente cadastradas;
  • Árvores, lixeiras e outros obstáculos próximos a muros e cercas diminuem a segurança ao servirem de degrau;
  • Muros altos são mais eficazes para impedir a visualização da rotina interna dos moradores;
  • As guaritas dos porteiros devem ser seguras e isoladas, nunca com acesso direto da rua. E todos os portões devem estar visíveis dela;

 

Por mais equipamentos tecnológicos de segurança que o condomínio tiver, ele não estará seguro se os moradores e os funcionários não seguirem passos básicos de segurança. E lembre-se é dos pequenos momentos que os bandidos se aproveitam para invadir sua privacidade. 

 

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segurança para condomínios
26/06/2019   publicado por: Grupo Condac
Tags:
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