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Síndico morador ou síndico profissional? Conheça as principais diferenças

Vamos falar sobre as três principais diferenças entre um síndico morador e um síndico profissional.
Ao ser eleito síndico, a pessoa já assume de imediato 143 obrigações legais inerentes ao cargo, respondendo por elas nas esferas civil, criminal, ambiental, tributaria, fiscal e trabalhista, portanto, um gestor bem preparado para o condomínio é essencial.

1. Motivo para ser síndico

O morador, na grande maioria das vezes, quer assumir este cargo, para ser isento da taxa condominial, livrando-se desta maneira de mais uma despesa em seu orçamento familiar, porém não se atentando a toda responsabilidade existente.

Um outro motivo bem comum, é que devido não ter outra pessoa disposta a assumir as responsabilidades, o morador, na intenção de colaborar com a comunidade condominial, cuidar e zelar pelo o seu patrimônio, acaba que se colocando em risco e aventurando-se, perpetuando-se no cargo e trazendo alguns prejuízos ao condomínio, acarretando em dores de cabeça futuras desnecessárias em um curto prazo de tempo.

Já o motivo do síndico profissional, é a valorização do patrimônio e aumento da qualidade de vida dos moradores. O cargo é o negócio dele, e devido a isto, está sempre se capacitando e aprendendo sobre o mercado, tornando-se cada vez mais especialista no assunto, através da experiência empírica diária.

2. Imparcialidade na aplicação das penalidades

O síndico morador, é influenciado pela a convivência diária com os seus vizinhos e amigos, e devido a isto, acaba que descumprindo as normas e regras da sociedade condominial, para não ter o desconforto e incomodo, em aplicar as penalidades pertinentes as infrações.

Outro ponto, é que dependendo do tamanho do condomínio, ele não tem a opção de ser somente morador, tornando-se síndico vinte e quatro horas e se achando o dono do condomínio, tornando as suas tomadas de decisões emocionais.

O síndico profissional, principalmente por ter conhecimento da legislação, convenção e regimento interno, por não morar no condomínio e não ter um laço afetivo, vai manter uma relação primeiramente profissional em exercer o cargo da sindicância, tomando as suas decisões baseadas nos fatos, não deixando nenhuma desconfiança de perseguição ou merecimento entre a massa condominial, na aplicação das penalidades e direcionamentos.

 

3. Cumprimento das obrigações legais e legislação

O síndico morador, por não ser especialista, não busca o crescimento e desenvolvimento na área, deixa muitas falhas e brechas e pensando em economizar, acaba que descumprindo os prazos e leis achando que nunca será fiscalizado.

O síndico profissional, além de conhecer a legislação pertinente ao cargo e suas responsabilidades, tem a sua prestação de serviço, protegida e direcionada por um contrato, portanto estará sempre dentro da legalidade. Evitando assim, surpresas, despesas e desgastes futuros.

Para finalizar, gostaria de esclarecer, que o que faz o profissional, não é a remuneração, pois existe dentro do nosso mercado, síndicos remunerados não moradores que não são profissionais. Existe também excelentes síndicos moradores que são profissionais e especialistas, que não recebem nem a isenção da taxa condominial. O síndico voluntario, nem sempre é uma péssima opção, pois ele pode se especializar também.

O que não podemos ter na gestão do condomínio, é um síndico amador, remunerado ou não, pessoa física ou jurídica, morador ou externo. Você contrataria qualquer um para ser CEO / Presidente da sua empresa? Tenho certeza que não, portanto cuide do seu patrimônio familiar, o seu condomínio.

síndico morador ou síndico profissional
25/09/2018   publicado por: Condac Condomínios
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